
Deus deu aos portugueses um leito estreito para nascer e o mundo inteiro para morrer.
Padre António Vieira
Hoje, como outrora, o mundo continua a ser nosso, para morrer, mas também para viver e este leito estreito onde nascemos está cada vez mais estreito. Não temos asas, não temos naus, mas temos ainda uma réstia da ânsia do futuro e este só pode estar longe deste "ninho meu paterno".
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