segunda-feira, 30 de maio de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
Lendas de paixão
quinta-feira, 26 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Roland Garros, here I go! (I HOPE)
Ando em pulgas! O torneio já começou e ainda estou por aqui, a contar as horas até encontrar de novo as fachadas parisienses e o Metro 10, para sair na Porte d'Auteuil e ser abordada pelos candongueiros a perguntar "cherchez des places?". Não vejo a hora e rezo para que na Islândia as coisas se acalmem. Tudo o resto me parece bastante irrelevante.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Coisas insólitas
Num dos passeios de fim de tarde aqui pelas redondezas, descobri um canteirinho selvagem de morangueiros, umas plantinhas raquíticas, a crescerem nos intervalos do cimento de um passeio por onde apenas passeio eu e a cadela. Trouxe um para casa e pus no vasito de uma roseira que não sobreviveu. Toda a gente lhe prognosticou uma morte rápida, mas este moranguinho minúsculo é o meu orgulho: só com água, ar e luz, eis um mini morango a crescer na lavandaria. Mais espaço e plantava um canteiro. Os chineses, pelos vistos, na sua luta contra melancias raquíticas, criaram uma espécie mutante. Explosiva. As coisas que a gente come. Tivesse eu tempo e dedicava-me ao cultivo, tomava ali um terreninho comunitário e era ver os morangos a crescer, os tomateiros, as ervilhas de quebrar... Lá virá o dia.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
O sol andou fugido
quinta-feira, 14 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Nunca gostei dele
Nem como PM, nos idos da yupidoom, quando começou o descalabro que abriu o caminho para estes dias tão negros que marcam o quotidiano do nosso cantinho. Não ter coragem para aceitar uma decisão da Assembleia da República e fazer como Pilatos, deixando que seja o TC a forçar uma decisão, que, na prática, obriga a implementar um sistema de avaliação que daria trabalho a Belzebu conceber é o caminho certo para renovar no poder o partido que ainda lá está. Eu estava indecisa, mas o PSD já não tem o meu voto. O Cavaco não o teve e ainda bem. Promulgam-se leis que têm efeitos retroactivos, ou que impõem condições assentes em situações passadas que não eram variáveis a considerar no passado, e não se tem a coragem política de acabar com a iniquidade deste modelo de avaliação. Ando eu em visitas de estudo e investigações científico-pedagógicas, estou eu aqui a corrigir testes, a rever trabalhos, a propor e verificar tarefas de reescrita, a engenhar ideias para desenvolver aprendizagens efectivas, a formar professores estagiários, para que estes burocratas sem espinha me imponham uma coisa pérfida em que alguém vai ter que verificar aleivosias como "Reconhece que o saber próprio da profissão se sustenta em investigação actualizada" - há alguém que o não reconheça?, até o polícia da Escola Segura o sabe! - ou "Utiliza evidências na análise crítica do seu processo de ensino e formula hipóteses justificativas dos resultados" - eu nem sei o que é que isto significa. Porra! Entre Sócrates e Cavacos e SCUTS e FEEFs c'um carago! Tenho mesmo que me pirar deste país! Não sei se é a fuga de um cérebro, mas é a fuga de uma cidadã que ainda paga impostos!!!
segunda-feira, 4 de abril de 2011
O povo eleito

Deus deu aos portugueses um leito estreito para nascer e o mundo inteiro para morrer.
Padre António Vieira
Hoje, como outrora, o mundo continua a ser nosso, para morrer, mas também para viver e este leito estreito onde nascemos está cada vez mais estreito. Não temos asas, não temos naus, mas temos ainda uma réstia da ânsia do futuro e este só pode estar longe deste "ninho meu paterno".
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